Queridos amigos blogueiros,
Boa Noite para todos !!!!
Estou com uma vontade louca de andar pela praia, com os pés tocando a areia molhada, olhando ora o céu, osa meus pés e as marcas que eles deixam no momento imediato em que piso no chão, no mar e, de longe, as luzes da cidade.
Contudo, agora, não estou fazendo isso, e mesmo assim, sei que, se estivesse exatamente assim, como disse anteriormente, estaria muito melhor do que estou.
Vai entender isso, não é uma grande loucura tudo isso.............rs
Isto é apenas o poder curativo dos pés na areia...........rs
Isto é apenas o poder curativo dos pés na areia...........rs
Espero que todos estejam muito melhor do que eu, e que tenham um ótimo final de sábado.
Um grande abraço
Do amigo
Fábio Luís Stoer
Sabe, Fábio, talvez a gente esteja adoecendo de uma doença "nova": a doença da cidade.
ReplyDeleteSomos tão fortemente lançados contra o concreto visual, concreto intelectual, etc, e por tanto tempo que pode ser o caso de querermos algo simples como não mais que deixar sua marca e poder contemplá-la.
Nossa, como as coisas "simples" se tornaram tão raras! Como foi que fomos deixando isso se tornar "verdade"?
É claro que as mudanças se escondem em pequenas frestas do "mesmo" até que - zas-tras! - eis que tudo parece ter mudado repentinamente.
Simplesmente não nos damos conta ou, pelo menos, o nosso consciente (muito prático, muito "máquina") descarta, despreza, desconsidera algo que o "EU sente falta".
Sentimos falta do que conhecemos, do que somos... Sentimos falta do "natural", da viva (que é simples, pois complicadas são as construções que criamos, as representações todas).
Noutro dia eu desejei deitar num gramado, "pensar no nada", "ouvir o silêncio" que o Mundo produz por alguns instantes...
Quis, antes, esperar a tarde manchar de azul e vermelho o céu e a noite puxar o seu manto de estrelas. Esquecer do relógio, uma máquina que me impede de ter tempo