Queridos Amigos Blogueiros,
Bom Tarde para todos !!!!
Estava pensando em dois amigos em especial, que estão passando por uma grande crise; um na vida pessoal e outro na sua Empresa, uma questão profissional ligada diretamente as vendas, recursos financeiros, formas de resolver isto, enfim, crises ligadas a decisões que devem ser tomadas.
Um acha que se terminar o casamento, o problema
acaba, e outro, que não sabe se vende um imóvel para reforçar seu caixa ou pede
um empréstimo bancário.
Nem imagino qual deveria ser a resposta do primeiro
caso, isto é de resposta pessoal e nada nem ninguém poderá responder.
Contudo, no segundo caso, o da crise profissional
vivida pelo meu amigo em sua empresa, eu até arrisco um pequeno palpite.
Meu palpite é continuar com suas atividades,
entretanto, com mais agressividade na apresentação de seus produtos, que são de
ótima qualidade, mas, o estilo pelo qual são apresentados, parece que tem algo
errado neles.
E isso, pela postura tímida do meu amigo, dono da
empresa, disse a ele, que parece que nem dele mesmo, percebe-se qualidade no
que é feito em sua empresa.
Eu vejo um potencial enorme tanto nos produtos que
ele produz, quanto no seguimento que ele atua, alimentação.
Eu vejo este potencial e qualidade, todos que o
cercam também enxergam o mesmo, mas, ele próprio não consegue perceber isto.
Pelo que pude perceber, este meu amigo, nunca passou
por crise nenhuma, nunca viveu um momento complicado mesmo tendo tanto
potencial, e olha, tem muita gente que vive da mesma forma, sem conseguir
detectar a grande qualidade que possui, seu grande potencial.
Isto parece muito louco para você?
Você conhece alguém com muito potencial, mas que se
abate na primeira dificuldade?
Conhece empresas que vão muito bem, mas que
"beijam a lona" na primeira crise?
Profissionais que poderiam crescer muito caso se
atualizassem e encarassem os desafios da vida?
Aquele tipo que ao invés de ir à luta optam por
reclamar o tempo todo da vida.
Gente que sempre tem uma boa desculpa, na ponta da
língua, para justificar o fracasso.
Saiba que precisamos cuidar da nossa vida
profissional como se fosse uma doença grave.
O que você faria se soubesse que está com uma doença
terminal?
Para onde seus pés te levariam?
A menos que esteja pronto para entregar-se e morrer,
você deve buscar tudo que estiver disponível e ao seu alcance para evitar a
morte, não é mesmo?
Creio que irá gastar até o último centavo para tentar
a cura, certo?
Provavelmente, viajaria aos quatro cantos do planeta
em busca da solução, não é?
Você iria querer aprender tudo sobre a doença para
prolongar a vida, não é verdade?
É assim que as empresas e seus profissionais devem
encarar para superar momentos adversos.
Se a economia tem problemas, se a empresa não
consegue lucrar como antes, se os profissionais de vendas não conseguem a mesma
performance, se os lucros não são os mesmos, de nada adianta ficar reclamando
ou tentando encontrar explicações.
Saber como, onde, porque ou de quem é a culpa pela
falta de resultados positivos pouco importa.
O que conta mesmo é o que você vai fazer para sanar o
problema.
Vale lembrar que na crise há três tipos mais comuns
de pessoas: as que tentam ignorar o problema, as que tentam recuar ou fugir
dele e as que buscam solução a todo custo.
Como no exemplo da doença, ignorá-la o levará a
morte.
Daí, a única alternativa inteligente e enfrentá-la
agindo de forma inteligente e direcionada.
Assim deve ocorrer com as empresas e os seus
profissionais.
Ainda, com relação ao exemplo acima, se você
estivesse com uma doença terminal iria querer reduzir a alimentação?
Deixaria de ir aos restaurantes, às compras, viajar
com a família ou fazer novas amizades?
Ou, ao invés disso, buscaria viver mais e melhor?
Acho que iria optar por curtir mais a vida, não é
mesmo?
Assim acontece com as empresas que diante do primeiro
sinal de dificuldade pensam logo em demitir, reduzir despesas, cortar
investimentos em pesquisa, treinamento, formação de seus profissionais, reduzir
a publicidade etc.
Não que isso não deva ser reavaliado, porém o mais
inteligente seria investir no crescimento expandindo a atuação, trabalhando com
mais dedicação, buscando maior participação de mercado.
Enfim, encarando os desafios do seu negócio da mesma
forma como encararia se estivesse com uma doença terminal: ao invés de
ignorá-la, ataque-a com todos os seus recursos, exatamente como fazem todos os
vencedores.
Então, vamos sempre observar onde nossos pés estão
nos levando, e, sempre deixarmos o automático desligado.
Um ótimo final de dia para todos.
Um abraço.
Do amigo,
Fábio Luís Stoer

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